Acusada de roubo, ex-âncora do Jornal Nacional foi chamada às pressas na Globo para se explicar: “Uma foto para comprovar”


Carla Vilhena e William Bonner no Jornal Nacional na Globo. (Foto: reprodução)
Carla Vilhena e William Bonner no Jornal Nacional na Globo. (Foto: reprodução)

Carla Vilhena já foi considerada uma das principais estrelas do jornalismo da Globo, chegando a comandar os dois principais jornalísticos da emissora: o Fantástico e o Jornal Nacional.

Ainda no canal, ela esteve à frente do Jornal Hoje, SPTV, Bom Dia São Paulo e do Bom Dia Brasil. Em 2020, no entanto, Carla fez parte de um grupo de jornalistas que decidiram deixar a Globo para encarar outros desafios. Ela assinou contrato com a CNN, onde ficou até 2022, e depois, chegou a participar de algumas produções do SBT.

Bastante ativa nas redes sociais, Carla Vilhena chegou a relembrar recentemente um episódio constrangedor que ela enfrentou ainda nos tempos de Globo, quando chegou a ser acusada de roubo por um taxista.

A jornalista estava no aeroporto em Brasília para uma viagem a trabalho, junto com um produtor, quando, ao final da viagem, ao pegar as suas malas para sair do táxi, acabou apanhando por engano uma pasta que era do taxista.

Carla Vilhena no Jornal Nacional. (Foto: reprodução)
Carla Vilhena no Jornal Nacional. (Foto: reprodução)

Estrela da Globo foi acusada de roubo

Vilhena, que chegou a tirar uma foto com o motorista antes de sair, acreditava que a pasta pertencia ao produtor, e chegou até a notar que ela quase foi deixada para trás no momento que o voo deles foi chamado.

Porém, no dia seguinte, ao chegar na redação da Globo, a apresentadora foi chamada pelo seu chefe do Fantástico para contar que o taxista estava acusando-a de roubo. “Me chamam na sala da direção do Fantástico. O chefe: ‘Carla, recebemos uma ligação da redação de Brasília. Um taxista foi lá se queixar de que você roubou a pasta dele, cheia de documentos pessoais, carteira, dinheiro, etc… E ele mostrou uma foto sua com ele para comprovar’”, disse a famosa.

No fim das contas, no entanto, tudo acabou bem depois que ela entregou a pasta para a emissora, que devolveu para o motorista: “A Globo mandou a pasta pra Brasília, foi devolvida ao taxista. E eu continuo ficha limpa, felizmente”.