Em pegadinha, homem armado invadiu programa de Sergio Mallandro e polícia foi acionada


Sergio Mallandro comandou o Festa do Mallandro na TV Gazeta. (Foto: Reprodução)
Sergio Mallandro comandou o Festa do Mallandro na TV Gazeta. (Foto: Reprodução)

Sergio Mallandro ficou marcado na TV pelo seu humor “sem limites”, e nos anos 1990, quando a televisão brasileira era capaz de tudo por audiência, o apresentador chegou a cometer alguns absurdos, e um deles aconteceu no seu extinto programa na TV Gazeta, o Festa do Mallandro.

A atração era conhecida por ultrapassar os limites do bom senso, com o estilo para lá de agitado do apresentador, a presença de mulheres seminuas no palco e muitas pegadinhas sem noção. Uma delas aconteceu dentro do próprio estúdio do programa, em julho de 1999.

Tudo começou quando o grupo Axé Blond se apresentava no palco. De repente, teve início uma briga entre dois homens. Um deles sacou uma arma e começou a disparar para o alto, causando o maior tumulto no palco e na plateia. Mallandro berrava para que entrasse o intervalo comercial, enquanto os dois homens corriam para os bastidores.

“Pegadinha do Mallandro”

Sergio Mallandro, então, explicou que o homem que estava armado se tratava de um ex-funcionário da emissora. E quando tudo estava aparentemente resolvido, o sujeito retornou ao palco, voltando a causar pânico entre todos os presentes, incluindo as pessoas da plateia.

Quando o suposto ex-funcionário finalmente foi imobilizado, o apresentador fez a revelação de que tudo não passava de uma pegadinha, e que jamais alguém entraria armado na emissora.

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A pegadinha sem noção chegou ao conhecimento da polícia, depois de uma denúncia anônima. Investigadores foram até a emissora e encontraram a arma descarregada. A produção explicou que as balas eram de festim e que não podiam ferir ninguém.

De qualquer forma, a polícia prendeu Hamilton Tadeu, o ator que apareceu armado na pegadinha. Ele precisou pagar uma fiança de 150 reais e respondeu o processo em liberdade. Na época, o delegado responsável pelo caso afirmou que não tinham como comprovar se a munição realmente era de festim.