Famoso repórter do SBT foi demitido, enfrentou doença e se sentiu abandonado por apresentador


Repórter foi demitido pelo SBT após 24 anos. (Foto: reprodução/ Montagem Fatos da TV)
Repórter foi demitido pelo SBT após 24 anos. (Foto: reprodução/ Montagem Fatos da TV)

Ney Inácio acabou ganhando fama no SBT por ter se tornando, por muito tempo, o principal repórter do Programa do Ratinho, em uma época na qual a atração investia bastante em matérias jornalísticas.

A saída do profissional, no entanto, ocorreu de forma bastante conturbada, já que acabou sendo demitido pela emissora de Silvio Santos após 24 anos. Nesse período, ele chegou a lutar contra dois tipos de câncer, um no rim e outro na próstata, e por isso, chegou a abrir um processo contra o SBT, em 2020.

O detalhe é que o repórter acabou ficando chateado com a falta de atitude de Ratinho nessa situação, por não ter lhe procurado naquele momento para lhe oferecer um emprego. Acontece que, além de apresentador, Ratinho é dono de uma rede de rádio e televisão.

Ney Inácio foi repórter do Programa do Ratinho. (Foto: reprodução)
Ney Inácio foi repórter do Programa do Ratinho. (Foto: reprodução)

Repórter se sentiu abandonado por Ratinho após saída do SBT

No final do ano passado, em entrevista ao colunista Leo Dias, Ney Inácio disse ter ficado decepcionado com Ratinho pelo fato de ter mantido uma amizade com o apresentador por mais de três décadas. “Fiquei chateado porque o Ratinho tem uma rede de televisão e uma rede de rádio e nunca me ofereceu trabalho. Eu sou amigo do Ratinho há mais de 30 anos… Sempre fui o principal repórter dele. Eu o ajudei muito, ajudei desde o início do programa. Minhas matérias sempre foram picos de audiência, batia a TV Globo”, declarou.

Segundo o repórter, Ratinho até chegou a lhe oferecer ajuda para pagar um tratamento caro, e que ele é bastante grato por isso, mas que o apresentador não lhe estendeu a mão quando ficou desempregado. “Mesmo assim, nunca me ofereceu trabalho. Só promessa, fiquei chateado. Ele pagou seis injeções para mim, cara. Cada uma custava quatro mil reais. Ele deu do bolso dele, nunca vou me esquecer. Agradeço muito a ele por isso, mas quando fiquei desempregado, precisando trabalhar, ele não abriu as portas”, afirmou.