Cantor de funk teve caixão desenterrado e incendiado um dia após ser assassinado


Funkeiro teve caixão desenterrado e queimado, o caso macabro assombrou o público (Foto reprodução/Montagem/Fatos da Tv)
Funkeiro teve caixão desenterrado e queimado, o caso macabro assombrou o público (Foto reprodução/Montagem/Fatos da Tv)

Cantor, que era uma das promessas do “Brega Funk”, morreu em circunstâncias suspeitas e seu corpo teve destino ainda mais macabro

No ano de 2021, o “funkeiro” João Vitor da Silva de Amorim, que ficou nacionalmente conhecido como MC Pitbull da Firma, foi assassinado em Cabo de Santo Agostinho, município da região metropolitana de Recife, em Pernambuco. Ele foi enterrado um dia após sua morte, mas por volta das 20h, daquele mesmo dia, ele teve seu caixão desenterrado e incendiado.

O assassinato, bem como a violação do caixão, estavam sendo investigados pela polícia local. As autoridades não citaram as possíveis motivações para os crimes, a fim de não comprometer as investigações.

MC Pitbull da Firma (à esquerda) e MC Strick tinham parceria musical (Foto: Reprodução/Instagram)
MC Pitbull da Firma (à esquerda) e MC Strick tinham parceria musical (Foto: Reprodução/Instagram)

Porém, de acordo com testemunhas, seis disparos foram ouvidos na noite do crime. Ao que parece, a vítima estava sofrendo ameaças pelas redes sociais, segundo o próprio artista, por ser confundido com outro rapaz, que estava envolvido em um homicídio. O cantor de brega-funk chegou a fazer uma corrente para pedir ajuda de seus fãs e amigos.

Apelo que o Mc fez nas redes para desmentir a história que ele estava envolvido em um outro homicídio ( Foto Reprodução/Instagram)
Apelo que o Mc fez nas redes para desmentir a história que ele estava envolvido em um outro homicídio ( Foto Reprodução/Instagram)

Após o caixão de Pitbull ser desenterrado e incendiado, o cemitério onde o corpo havia sido sepultado precisou ser isolado e teve as atividades suspensas temporariamente. Em nota, a prefeitura do município da Grande Recife lamentou o ocorrido, considerado “um crime bárbaro e de violência gratuita”.

Com pouco mais de 5 mil seguidores no Instagram, MC Pitbull da Firma era discreto nas redes sociais em relação a sua vida pessoal. Contudo, o funkeiro costumava postar textos e fotos comentando casos de violência na região.

Em uma das publicações, ele falava sobre outro assassinato: “Esse arr*mb@do aí que matou Pedro tem que ser pego”. Em outra, cita uma suposta guerra que estaria vitimando outros MC’s: “Foram para matar MCs lá no Mineiro. Guerra de tráfico entre eles. Gaibu contra Gaibu”.

Conforme apurado, o cantor iniciou profissionalmente na música em parceria com outro funkeiro, conhecido como MC Strick. Em paralelo à carreira musical, o jovem trabalhava em um lava jato.

MC Pitbull  e MC Strick (Foto: Reprodução/Instagram)
MC Pitbull e MC Strick (Foto: Reprodução/Instagram)
Lennita Lee

Autor(a):

Lennita Lee

Meu nome é Lennita Lee, tenho 32 anos, nasci e cresci em São Paulo. Viajei Brasil afora, e voltei para essa cidade, afim de recomeçar a minha vida. Sou formada em moda pela instituição "Anhembi Morumbi" e sempre gostei de escrever. Minha maior paixão sempre foi a dramaturgia Também sou viciada em grandes produções latino americanas e mundiais. A arte é o que me move ....