Olga de Chocolate com Pimenta, atriz sumiu das novelas após enfrentar doença: “É muito difícil”


Priscila Fantin em Chocolate com Pimenta. (Foto: reprodução)
Priscila Fantin em Chocolate com Pimenta. (Foto: reprodução/ Globo)

Depois de ganhar destaque na sexta temporada de Malhação, em 1999, Priscila Fantin se tornou uma das principais estrelas das novelas da Globo, e pode ser vista atualmente no ar na reprise de Chocolate com Pimenta, onde dá vida à vilã Olga.

Logo em seguida, a atriz repetiu a parceria com Walcyr Carrasco protagonizando Alma Gêmea (2005). Dois anos depois, ela voltou a estrelar uma novela do autor, dessa vez, Sete Pecados.

Acontece que essa sequência de trabalhos acabou desgastando bastante Priscila, a ponto de ela pedir um período de descanso à Globo. Depois de Sete Pecados, a estrela fez apenas pequenas participações em séries e realities da emissora e estreou como apresentadora na TV paga. O seu retorno aos folhetins ocorreu apenas em 2010, quando foi escalada para Tempos Modernos.

Atriz Priscila Fantin. (Foto: reprodução)
Atriz Priscila Fantin. (Foto: reprodução)

Estrela de Chocolate com Pimenta enfrentou depressão

Porém, esse retorno de Priscila Fantin não marcaria uma nova sequência de trabalho da atriz em novelas. Ela seguia diminuindo cada vez mais o ritmo de trabalho, até revelar que esse afastamento se deu por conta de uma doença: a famosa teve de enfrentar a depressão.

“É muito difícil você reconhecer que está em depressão. Eu não sabia porque não tinha informações sobre a doença. É importante a gente falar cada vez mais e trazer esclarecimentos”, falou a atriz em recente entrevista. “Temos que acabar com esse preconceito de que quem faz terapia é maluco e, principalmente, de que quem precisa tomar remédio para a cabeça funcionar também é”, completou.

Atualmente, aos 39 anos, Priscila Fantin está afastada das novelas desde 2016, quando fez Êta Mundo Bom. Ela confessa não ter planos de voltar tão cedo aos folhetins, mas não descartou essa possibilidade.

“Não tenho planos, mas também nada contra. Se for para voltar, eu volto. Mas eu passei por algumas situações na minha vida que me fizeram priorizar a minha autonomia. Os trabalhos têm que conseguir conversar com essa minha forma de lidar com o dia a dia, com o meu ritmo. Isso faz parte de prezar pela minha saúde mental”, afirmou.