Participante fracassou no BBB e teve prejuízo: “Saí mais pobre do que entrei”


Elenco da última temporada do BBB. (Foto: reprodução)
Elenco da última temporada do BBB. (Foto: reprodução)

Muita gente sonha em ingressar no BBB para tentar mudar a sua vida financeira. Atualmente, muitos, inclusive, não entram no reality visando o prêmio principal de R$ 1,5 milhão (que irá aumentar na próxima temporada), pela dificuldade de chegar a final e obviamente por depender da vontade popular.

Hoje, boa parte dos participantes têm como objetivo principal apenas ganhar destaque, pois sabem que, graças à repercussão do reality, é possível ganhar muito dinheiro com publicidade, principalmente nas redes sociais. Nos últimos anos, aliás, esses trabalhos com publicidade vêm fazendo os ex-brothers conseguirem faturar até mais que o prêmio que poderiam receber por vencerem o programa, e é justamente por isso que o foco passa a ser outro.

Porém, esse não foi o caso de Jessilane Alves. A professora de biologia até conseguiu conquistar algum carinho do público por um tempo na última temporada do reality, mas ganhou fama de “azarada”, principalmente por perder diversas provas que valiam prêmio. Na reta final da sua trajetória, ela ainda conseguiu vencer uma disputa e embolsar R$ 100 mil, mas que não ajudou muito a sua situação.

Jessilane participou do BBB22. (Foto: reprodução)
Jessilane participou do BBB22. (Foto: reprodução)

Jessilane teve prejuízo após deixar o BBB

Sem muito destaque durante sua passagem pelo BBB, Jessilane contou que não conseguiu lucrar muito com seus trabalhos fora do reality da Globo. “Saí mais pobre do que entrei. Se não fosse o prêmio de R$ 100 mil, sairia devendo”, afirmou a professora em entrevista ao podcast PodPah.

“Cada trabalho que vai chegando, eu vou executando e demora alguns dias para receber. Então eu estou quase que na mesma. Recebi o prêmio e fui resolvendo a minha vida aos poucos. Vou construir esse prêmio [os R$ 1,5 milhão do BBB] ao longo do tempo”, explicou a famosa, que acabou usando o prêmio de R$ 100 mil para pagar uma dívida que já tinha com o Fies, programa de financiamento estudantil do Governo Federal.