Participante se feriu ao vivo no Programa do Ratinho e precisou amputar parte do corpo


Ratinho no SBT. (Foto: reprodução/Montagem)
Ratinho no SBT. (Foto: reprodução/Montagem)

Participante se machucou ao vivo no Programa do Ratinho e decidiu processar o SBT

Ao longo de mais de duas décadas no ar, o Programa do Ratinho já apresentou inúmeras situações inusitadas ao vivo, e até mesmo acidentes envolvendo alguns participantes, o mais famoso deles, com o apresentador Luís Ricardo, que ao fazer um número circense no palco da atração, acabou tendo queimaduras com fogo.

Outro incidente ocorreu em 2012, dessa vez envolvendo um participante anônimo, mas que trouxe consequências para o SBT. Acontece que o porteiro Gilson Francisco Araújo de Oliveira se inscreveu na atração para participar do quadro Vem Quem Quer, mas acabou sofrendo um acidente que fez com que um dos seus dedos fossem amputados.

No quadro, pessoas anônimas podem se inscrever para terem a chance de mostrar o seu talento no palco, principalmente cantando alguma música. Se a performance for aprovada pela plateia e o apresentador Ratinho, o participante recebe um prêmio, mas se acabar indo mal, como ocorre na maior parte das vezes, é limado pelo “Tataco”, uma espécie de “chimpanzé gigante”, que aparece apenas com a sua mão cenográfica retirando o candidato do palco sem a menor delicadeza.

Quadro Vem Quem Quer. (Foto: reprodução/SBT)
Quadro Vem Quem Quer. (Foto: reprodução/SBT)

Participante processou o SBT

Foi o que ocorreu com Gilson Francisco, que não teve a sua performance aprovada pelo Ratinho e foi retirado do palco pelo Tataco. O problema é que, nesse momento, o porteiro acabou se ferindo, prendendo um dos dedos na mão gigante. O machucado foi tão feio, que ele precisou amputar o dedo.

Após ficar quase 50 dias afastado do trabalho por conta do acidente, o porteiro decidiu processar o SBT, pedindo uma quantia de R$ 160 mil de indenização. A emissora chegou a auxiliar Gilson, custeando medicamentos, curativos e transporte para fisioterapia, mas ainda acabou sendo condenada pela Justiça a pagar R$ 40 mil a ele.

O canal, no entanto, recorreu da decisão, alegando que o porteiro sabia das regras do quadro e topou participar de livre e espontânea vontade. Os seus advogados também decidiram recorrer da decisão para aumentar o valor que foi determinado pela Justiça para o pagamento da indenização.