Roteirista quebra o silencio e revela quanto Suzane Von Richthofen recebeu por novo filme


Suzane Von Richthofen (Foto: Reprodução, Amazon, Gazeta de Rio preto)
Suzane Von Richthofen (Foto: Reprodução, Amazon, Gazeta de Rio preto)

O filme “A Menina que Matou os Pais – A Confissão” estreou e gerou polêmica sobre valor que Suzane Von Richthofen recebeu pelo longa

O filme ‘A Menina que Matou os Pais – A Confissão’ estreou no Amazon Prime Video nesta sexta-feira (27) e promete concluir a narrativa baseada em eventos reais apresentada nos dois filmes anteriores, ‘A Menina Que Matou os Pais’ e ‘O Menino que Matou Meus Pais’. Essas produções se inspiram nos assassinatos de Manfred e Marísia, perpetrados pela filha do casal, Suzane Von Richthofen, e pelos irmãos Cravinhos.

Alguns boatos e informações falsas relacionadas à produção surgiram na internet, conforme relata o UOL. Portanto, o roteirista dos filmes, Raphael Montes, fez uma postagem no Instagram para esclarecer o que é importante saber antes de assistir ‘A Menina que Matou os Pais – A Confissão’.

Cena do filme  "A Menina que Matou os Pais: A Confissão" (Foto: Reprodução, Folha)
Cena do filme “A Menina que Matou os Pais: A Confissão” (Foto: Reprodução, Folha)

Não houve colaboração dos assassinos na criação do filme: “não houve nenhum contato entre a equipe de produção e Suzane von Richthofen, Daniel e Cristian Cravinhos, nem seus familiares. Os envolvidos no caso não têm envolvimento no filme e não contribuíram para sua realização.”

A obra se baseia em registros públicos do processo: “o filme é uma adaptação de uma história real que se fundamenta exclusivamente nos depoimentos registrados nos autos do processo. Esses registros são de acesso público.”

Suzane Von Richthofen recebeu algum pagamento?

Nenhuma das pessoas retratadas no filme recebeu qualquer pagamento: “as pessoas retratadas no filme nunca receberam e não receberão nenhum pagamento ou compensação. Elas não possuem nenhum direito sobre a obra.”

Suzane Von Richthofen (Foto: Reprodução, Metrópoles)
Suzane Von Richthofen (Foto: Reprodução, Metrópoles)

O filme não romantiza o crime: “a interpretação dos fatos e das versões fica a critério do público. Os filmes não indicam culpados ou inocentes, e não glorificam ou romantizam os assassinatos.”

Por fim ele falou sobre, não ter financiamento público na produção: “os filmes foram realizados com financiamento privado, sem uso de recursos públicos.”